segunda-feira, 1 de agosto de 2011

28 de julho dia Mundial de combate às Hepatites Virais.



O dia 28 de julho foi escolhido como dia Mundial de combate às Hepatites Virais.

Durante este mês vamos colaborar com matérias relacionadas ao assunto.

Este será o primeiro ano com o envolvimento oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) que está elaborando uma série de eventos com o intuito não somente de informar, mas de levar as pessoas a tomarem atitudes pró-ativas: realização testes para detecção do vírus, tomar a vacina para Hepatite B (e A quando disponível), participação de debates, busca de tratamentos e  prevenção, tomar medidas para evitar a propagação da doença.

Segundo a OMS, uma a cada três pessoas já se infectou pelo vírus da hepatite B (cerca de 2 bilhões de pessoas), e uma em doze (cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo) sofrem da forma crônica da doença (hepatite B ou C). No Brasil os dados são escassos  mas estima-se que entre 1 a 3 milhões de pessoas estariam convivendo com a forma crônica – a maioria delas  sem saber da sua condição.
Apesar da Hepatite  uma das doenças infecciosas de maior prevalência e com possibilidade de ter formas graves hepatites B e C são responsáveis por 78% dos casos de câncer hepático – a maioria das pessoas  desconhece a sua importância o  que torna a sua prevenção ainda mais difícil.

FAÇA A SUA PARTE!

O teste para Hepatite B e C  é o primeiro passo. É gratuito e disponível pelo SUS. Você já fez o seu?

domingo, 31 de julho de 2011

Tamanho dos lábios e dos dentes influencia no sorriso perfeito

Estudo revela a fórmula do sorriso perfeito



Um estudo de uma universidade americana avaliou proporções de tamanho,  cor e  formato dos dentes, lábios e gengivas, além da estrutura da face, para criar a fórmula do sorriso perfeito.

Para atingir a perfeição, por exemplo, o sorriso deve ter pelo menos metade da largura da face; as metades direita e esquerda dos lábios (imaginando-os cortados por uma linha vertical no meio) devem ser simétricas e eles devem ser igualmente carnudos.

Os dentes também devem ser alinhados à linha imaginária vertical que divide o rosto ao meio, e os incisivos superiores devem ser o traço mais dominante do sorriso - os dentes de baixo não podem aparecer muito quando a pessoa sorri.

Intitulado Smile Design, o estudo da Escola de Odontologia da Loma Linda University, na Califórnia, também atribui importância à gengiva que fica à mostra no sorriso – além de aparecer pouco, ela deve ter de um tom de rosa pálido – e a outros detalhes.

Bonito por natureza

Segundo Nicholas Davis, autor do estudo, a definição do que seria o sorriso perfeito se baseia em princípios “estabelecidos por meio de dados coletados de pacientes, modelos de diagnóstico, pesquisa odontológica, medições científicas e conceitos artísticos básicos de beleza” e “levam em conta a harmonia entre a estética facial e a composição dentária”.

No entanto, Davis disse que a maioria dos sorrisos bonitos e naturais não são necessariamente simétricos e uniformes.
“Os sorrisos naturais mantêm uma beleza intrínseca natural não pela perfeição, mas pela beleza sutil da imperfeição”, afirma.

A pesquisa observa ainda a importância do diagnóstico e do planejamento em casos estéticos para atingir o sorriso adequado para cada paciente.

“Esses fatores podem ajudar a encontrar o sorriso que melhor ressalta as feições naturais da paciente e ainda beneficiam a saúde oral”, diz o estudo, publicado na revista científica Dental Clinics of North America.

Referências: BBC Brasil

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Bruxismo



Quem nunca acordou com dores na mandíbula ao abrir e fechar a boca ou começou a perceber que seus dentes estavam com pequenas rachaduras. E tudo isso sem causa aparente?
E quem nunca se viu pensativo ou mesmo preocupado e começou, de forma involuntária, a apertar de tal forma os dentes que fez mexer os músculos da mandíbula tão forte, e só parou quando começou a sentir dor?

O nome disso é bruxismo, um transtorno do sono encontrado em boa parte da população e que pode estar associado a períodos de estresse ou a traços de personalidade.

Apesar de ser mais frequente durante o sono, também pode ocorrer durante a vigília, geralmente relacionado à tensão do dia a dia. Existe também o bruxismo fisiológico, um problema comum e que desaparece com o tempo. "Porém, se torna preocupante quando começa a afetar a qualidade de vida da pessoa".
Quem pode ter bruxismo?

Até 20% da população têm bruxismo do sono pelo menos duas vezes por semana. E este distúrbio está presente muito mais em crianças do que em adultos (de 10% a 20% das crianças; 8% dos adultos; e 3% dos idosos são acometidos por este mal), contudo não podemos falar em predominância relacionada ao gênero.

Algumas doenças, como Parkinson, paralisia cerebral, AVC, ou outros distúrbios do sono, como a apneia, também podem ter o bruxismo como um sintoma associado. Além disso, alguns medicamentos podem provocar este transtorno involuntário e inconsciente de movimento, que é caracterizado pelo excessivo apertar e ranger de dentes durante o sono.

Fatores que incomodam

São várias as consequências físicas que uma pessoa com bruxismo frequente pode ter, entre elas estão desgaste anormal dos dentes; desconforto, fadiga e dor na musculatura ao abrir e fechar a boca; limitação da abertura da boca; hipertrofia do masseter (músculo da mastigação); ferimentos na língua; e até doenças periodontais. Pessoas que sofrem deste mal, geralmente, acordam com dores de cabeça, hipersensibilidade nos dentes, sonolência excessiva e até mesmo fadiga.

Como diagnosticar?

Geralmente acontece na consulta odontológica , mas é preciso ter consciência que nem sempre apenas a intervenção do dentista é suficiente para solucionar um problema que é ,sem dúvida nenhuma , multifatorial.
Segundo o neurologista  Dr. Leonardo Goulart  - "O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações. Para tanto, é necessária uma avaliação criteriosa com especialista em medicina do sono e, muitas vezes, uma polissonografia – ou exame do sono – com monitorização da musculatura mastigatória".
Formas de tratamento

Dependendo das causas do bruxismo e dos tipos de problemas que afetam a qualidade de vida do indivíduo, várias formas de tratamento podem ser combinadas para que este distúrbio cesse ou seja pelo menos amenizado.

Algumas modalidades de tratamento são: medidas comportamentais como aderir a uma alimentação menos pesada durante a noite, evitar o uso de bebidas alcoólicas, substâncias estimulantes e cigarro, psicoterapia, terapias cognitivo-comportamental, técnicas de relaxamento, biofeedback e medicações e tratamento odontológico reparador ou preventivo.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Quando a criança deve consultar o ortodontista?



Uma consulta ao ortodontista quando a criança está com sete anos de idade é muito importante, pois pode prevenir muitos problemas.

Nesta idade, a criança está na fase definida como dentição mista - quando os dentes permanentes estão começando a nascer. Mas o mais importante é verificar a fase de troca dos dentes, pois pode haver variação na idade.

Nessa consulta, o ortodontista verificará como está a troca dos dentes, qual é o tipo facial da criança e como será seu crescimento, a mordida, o relacionamento das arcadas, de forma a detectar se há alguma alteração e se haverá a necessidade de fazer exames radiográficos.

As radiografias são fundamentais, pois mostram se o paciente apresenta todos os dentes, se a ordem de erupção está adequada e se há espaço para todos os dentes.

Fazer uma radiografia panorâmica, aquela que mostra todos os dentes, no início da dentição mista, é como fazer uma ecografia quando se está grávida, uma vez que se consegue ''enxergar'' o que está acontecendo no interior dos maxilares. Com isso, o ortodontista tem recursos seguros para orientar os pais em relação ao futuro da dentição de seus filhos.

Consultar um profissional da área não implica necessariamente que a criança deverá usar aparelho naquele momento, visto que, muitas vezes, a melhor opção é a supervisão continuada, com consultas periódicas para acompanhar o crescimento da face e a troca dos dentes.

É importante lembrar que em casos onde se verificam alguns problemas como mordida cruzada ou aberta, falta de espaço para a erupção dos dentes permanentes ou discrepância no crescimento dos maxilares, é indicada uma ''intervenção'' ortodôntica. O tratamento geralmente é realizado em períodos e com vários tipos de aparelhos, de acordo com o diagnóstico e a idade do paciente.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sensibilidade Dentinária

 
A hipersensibilidade dentinária, comumente conhecida como sensibilidade dos dentes, é um problema comum e atinge grande parte da população.

A principal causa dos dentes sensíveis é a perda da proteção do esmalte e a exposição de parte da coroa ou da raiz do dente, que pode decorrer de aumento da acidez bucal, problemas gengivais, escovação incorreta, mordida irregular, bruxismo (hábito de ranger os dentes) e uso de aparelhos ortodônticos e próteses mal-ajustadas. O refluxo gastresofágico e a bulimia também podem desencadear este quadro.

O dente é constituído pela dentina, que é orgânica, e externamente é protegida pelo esmalte, estrutura mineral e sem vitalidade. A dentina é uma estrutura tubular onde ficam os canalículos, que estão dispostos radialmente em relação à polpa do dente, mais conhecida como nervo.

“Quando estes canalículos são expostos ao meio bucal, sem a proteção da camada externa (o esmalte), estímulos como calor ou frio, diferenças de concentração no meio bucal e alguns alimentos e bebidas caminham diretamente em direção à polpa e podem provocar uma sensação de desconforto, que dependendo da intensidade do estímulo pode chegar até a dor intensa. Essa sensação desagradável é o que chamamos de hipersensibilidade dos dentes”.

Alimentos e bebidas ácidas podem agravar o quadro .


A alimentação inadequada também pode contribuir para agravar o quadro, já que a ingestão de refrigerantes, isotônicos e outras bebidas ácidas pode causar a erosão do esmalte ou da dentina e expor os túbulos dentinários, levando à hipersensibilidade.

Em relação ao tratamento, o uso de cremes dentais específicos, aplicações de dessensibilizantes fluorados, restaurações, laserterapia e outras medidas podem ser eficazes.

 


Além disso, cuidar corretamente da escovação e ter uma dieta balanceada ajuda a diminuir e até mesmo prevenir a sensibilidade. “Contudo, para a indicação do melhor tipo de tratamento, o ideal é consultar um cirurgião-dentista”.